É hoje consensual que a interacção das universidades com a sociedade é um veículo privilegiado para a promoção do desenvolvimento social, cultural e económico, à escala regional, nacional e internacional. As Universidades de referência, quer na Europa, quer nos Estados Unidos, adoptaram inequivocamente modelos de interacção que projectaram os seus resultados e a sua imagem para além dos muros académicos, em muitos casos mesmo para o espaço global.
A Universidade do Minho tem vindo, desde a sua fundação, a tomar participações accionistas e de capital num conjunto alargado de entidades de direito privado, ditas participadas, que tipicamente assumem a forma de associações privadas sem fins lucrativos (APSFL), sociedades anónimas (SA), sociedades comerciais por quotas (SCQ), cooperativas de serviços de interesse público de responsabilidade limitada (COOP) ou fundações (FND).
O âmbito de actividade dessas Participadas envolve tipicamente acções nos domínios do desenvolvimento, produção e transacção de produtos e serviços, desenvolvimento de projectos de I&D, formação especializada, gestão e exploração de parques de ciência e de tecnologia, empreendedorismo e incubação de empresas, entre outros.