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UMinho na rota do futuro do ensino superior “pós-Covid”

Fotos
Vista geral (foto: Nuno Gonçalves)
Manuel Heitor
Rui Vieira de Castro
Manuel João Costa
Mário Jorge Machado
António Carlos Rodrigues
Skills 4 pós-Covid – Competências para o Futuro
Sessão acontece no Auditório Nobre, no campus de Azurém
terça-feira, 26/05/2020
Auditório nobre, campus de Azurém, Guimarães
Skills 4 pós-Covid – Competências para o Futuro
Sessão integrada em roteiro nacional e promovida pela DGES ocorreu a 26 de maio, no campus de Azurém, com o ministro Manuel Heitor
A Universidade do Minho, em Guimarães, recebeu a 26 de maio uma sessão da iniciativa “Skills 4 pós-Covid – Competências para o Futuro”, promovida pela Direção Geral do Ensino Superior (DGES), com apoio da UMinho. A iniciativa pretendeu mobilizar as instituições de ensino superior, mas também outras entidades públicas e privadas, para uma resposta conjunta aos desafios suscitados pela Covid-19.

A sessão, com início agendado para as 11h00, decorreu no auditório nobre do campus de Azurém, com intervenções do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, do reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, do pró-reitor da UMinho, Manuel João Costa, de Mário Jorge Machado, CEO da Estamparia Adalberto, de António Carlos Rodrigues, CEO da Casais, e ainda de representantes da OCDE. Participaram na sessão professores e investigadores, empregadores, autarcas e estudantes.

O debate pretendeu “estimular uma rápida adaptação em práticas e abordagens de ensino, aprendizagem, trabalho e investigação, para melhor preparar a transição para o período pós-COVID-19″, referiu o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES). A iniciativa, visando identificar os principais constrangimentos, desafios e oportunidades trazidos pela pandemia, procurou ao mesmo tempo antecipar o papel das instituições de ensino superior no período pós-Covid-19, fomentar novas abordagens no funcionamento e organização das mesmas e reforçar a resposta conjunta que os sistemas de ciência e ensino superior podem dar aos desafios criados.

Entre as iniciativas em debate destacaram-se aquelas que visam empregar melhor, respondendo às necessidades específicas de diferentes segmentos de população alvo, desde os jovens recém-licenciados (23-35 anos de idade), aos profissionais à procura de formação complementar (35-55 anos de idade); fomentar a diversificação e especialização da oferta de ensino, conciliando a oferta de cursos e a introdução de práticas inovadoras de ensino e aprendizagem com as competências requeridas pelo mercado de trabalho; e alargar a base social do ensino superior, reforçando o desígnio de aumentar a qualificação formal da população portuguesa e, em particular, a participação de jovens de 20 anos no ensino superior dos atuais cerca de 50% para 60% até 2030.

De forma a garantir as normas de segurança recomendadas, nomeadamente o distanciamento físico entre os participantes na sessão, a capacidade do auditório nobre foi limitada. A comunidade académica foi convidada a assistir, via streaming, através do link
https://youtu.be/P0kmfkiCT3Y (2h34m)

- Fotos:
facebook.com/uminhooficial/posts/3021651151244454