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I Ciclo de Cinema Luso-Galego

Fotos
As Vacas de Wisconsin - cartaz
As Vacas de Wisconsin - plano
As Vacas de Wisconsin - plano
Matria - cartaz
Matria - plano
Matria - plano
As Pedras de San Lourenzo - cartaz
As Pedras de San Lourenzo - plano
As Pedras de San Lourenzo - plano
Mulleres da Raia - cartaz
Mulleres da Raia - plano
Mulleres da Raia - plano
Arraianos - cartaz
Arraianos - plano
Arraianos - plano
Arraianos - plano
Arraianos - plano
Arraianos - plano
Poster
Programa
Sessão de abertura
Sessão de abertura
quinta-feira, 17/05/2018
3, 10 e 17 de maio | BragaShopping, Braga
Poster
A Universidade do Minho – através da Vice-Reitoria para a Cultura e Sociedade e do Centro de Estudos Galegos –, o Conselho de Cultura Galega (CCG) e a Secretaria Geral de Política Linguística da Junta da Galiza promoveram a primeira edição do Ciclo de Cinema Luso-Galego nos dias 3, 10 e 17 de maio, no BragaShopping, em Braga. As sessões, respetivamente sob o tema “Mulheres”, “Patrimónios” e “Sociedade”, iniciaram às 21h30 com a exibição de um ou dois filmes, seguindo-se um colóquio com os realizadores e investigadores convidados. A entrada foi livre. O acesso ao estacionamento do centro comercial também foi gratuito no âmbito desta iniciativa.

A sessão inaugural contou, a 3 de maio, com intervenções do reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, e do presidente do CCG, Ramón Villares. Seguiu-se a projeção de duas curtas-metragens premiadas sobre mulheres no trabalho e na ruralidade – “Matria”, de Álvaro Gago, e “As vacas de Wisconsin”, de Sara Traba. Estes autores ficaram depois à conversa com a coordenadora da comissão de igualdade do CCG, María Xosé Porteiro, e a investigadora de questões de género Carla Cerqueira, do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) da UMinho. O público podia participar com perguntas e comentários.

A 10 de maio viajou-se ao património galego e às estórias fronteiriças com as películas “As pedras de San Lourenzo”, de Manuel Gago, e “Mulleres da Raia”, de Diana Gonçalves. Os dois realizadores dialogaeam no final com o diretor da Unidade de Arqueologia da UMinho, Luís Fontes, e a perita em meios audiovisuais Beli Martínez, da Universidade de Vigo. Já a 17 de maio viu-se o que resta do microestado fronteiriço do Couto Misto, através da premiada longa-metragem “Arraianos”, de Eloy Enciso, que mais tarde conversaria com a antropóloga Cristina Sánchez Carretero, do Instituto de Ciências do Património, e a investigadora Isabel Moreira Macedo, do CECS.

Este ciclo promoveu o intercâmbio cultural luso-galaico, a difusão do seu património linguístico, a visão positiva de projetos e patrimónios do outro lado da raia, a reflexão sobre questões atuais e com impacto social e, ainda, a colaboração entre instituições portuguesas e galegas. Ficou definido intercalar, a cada ano, uma edição em Portugal focada no cinema galego e uma edição na Galiza centrada no cinema luso.

+Info:
facebook.com/centrodeestudosgalegosuminho,
facebook.com/ciclodecinemalusogalego
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​​​​​​​​   Programa síntese.pdf
​​​​​​​​   Programa detalhado.pdf
​​​​​​​​   Intervenção do reitor da UMinho na abertura (4m18s).3gpp