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Projeto da investigadora do ICVS Cristina Cunha premiado pela Fundação La Caixa

De terça-feira, 20.09.2022 até quinta-feira, 31.10.2024
O projeto premiado procura identificar os fatores que predispõem à aspergilose pulmonar invasiva. Para tal, os investigadores procurarão fatores específicos que alterem o equilíbrio entre o hóspede e a sua microbiota pulmonar e predisponham certas pessoas imunodeprimidas a desenvolverem a doença. Os resultados do estudo poderão ser utilizados para melhorar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento desta grave complicação, bem como o prognóstico dos doentes.

Aspergillus
é um fungo transmitido pelo ar que está presente em todo o lado, tanto no exterior como no interior, cujos esporos respiramos diariamente. Na maioria das pessoas saudáveis, este fungo não provoca infeção nem problemas de saúde de nenhum tipo. No entanto, algumas pessoas – em especial as que apresentam imunodepressão porque, por exemplo, receberam um transplante, padecem de um tumor, estão sob cuidados intensivos ou, até, sofrem de COVID-19 – podem desenvolver aspergilose pulmonar invasiva, uma doença que pode ser grave e potencialmente mortal. Em todo o mundo, 30 milhões de pessoas por ano apresentam risco de infeção, embora apenas sejam diagnosticados 300 000 novos casos anuais de infeção. Mas por que motivo só algumas pessoas são infetadas? Apesar dos grandes avanços dos últimos anos na luta contra esta infeção oportunista, tanto o diagnóstico como o tratamento da aspergilose continuam a representar um importante desafio para a medicina.
O CaixaHealth Research 2022 dará um impulso de mais de 23 milhões de euros a 33 novos projetos de investigação biomédica em Portugal e Espanha. Além de Cristina Cunha mais 12 projetos nacionais foram premiados.

Escola de Medicina a Hub da formação das Ciências Cirúrgicas

De sexta-feira, 28.07.2023 até quinta-feira, 25.07.2024
A Escola de Medicina da Universidade do Minho oferece desde 2009 um programa anual de formação para diversos níveis de proficiência cirúrgica, contado com o valioso contributo de especialistas nacionais e internacionais na transmissão e partilha de conhecimento, aliado ao apoio imprescindível da indústria médica na apresentação da mais recente tecnologia.


Escola de Medicina acolhe estudantes da Western Michigan University

De sexta-feira, 29.09.2023 até sexta-feira, 27.09.2024
Os estudantes tiveram a oportunidade de interagir com mentores em semanas temáticas em vários Serviços clínicos do Hospital de Braga. Além disso, na Escola de Medicina tiveram sessões de mentoria com médicos-cientistas e treinaram diferentes componentes práticas, como por exemplo o exame físico detalhado, competências cirúrgicas ou o uso da ecografia.

O professor Tiago Gil Olivera, docente na Escola de Medicina e mentor deste projeto, enaltece que o balanço desta atividade “é muito positivo, tanto para os estudantes norte-americanos que ficaram a conhecer uma nova realidade formativa, mas também para os nossos estudantes e membros da nossa comunidade médica e académica que puderam confrontar os métodos de ensino com outras práticas alternativas”.

“Espero que o sucesso desta iniciativa, possa ser o início de muitas outras iniciativas semelhantes de intercâmbio, não só com os Estados Unidos, mas também com outros países de modo a dar a conhecer a qualidade formativa de excelência da nossa Escola e dos nossos hospitais afiliados. Sabendo que a prática da medicina clínica é cada vez mais global, estas iniciativas têm como consequência uma aprendizagem mútua nesta partilha formativa”, acrescenta ainda o docente.

Já Nancy Bjorklund, Diretora de Educação Continuada da Western Michigan University Home Stryker M. D. School of Medicine, mencionou que a realização deste programa é uma “enorme oportunidade” para os estudantes americanos aprenderem de uma forma prática e teórica como se pratica medicina a nível europeu e “transportarem este conhecimento” para os EUA.

Primeiro estudo sobre a prevalência da Doença de Wilson na população Portuguesa

De terça-feira, 3.10.2023 até sexta-feira, 4.10.2024
A doença de Wilson (DW) é uma doença genética rara e subdiagnosticada, causada pela deposição anómala de cobre nos tecidos, no entanto, tem tratamento, daí a importância do diagnóstico.

Este foi o primeiro estudo sobre a prevalência da DW na população Portuguesa, contribuindo para uma melhor compreensão da epidemiologia, diagnóstico e tratamento da DW na região norte de Portugal. A DW deve ser considerada em qualquer indivíduo com manifestações hepáticas ou neurológicas inexplicáveis, e os sintomas iniciais podem manifestar-se em idade precoce, mesmo em crianças com menos de 5 anos de idade. Uma elevada percentagem de doentes foi identificada nas fases iniciais da doença por elevação assintomática das transaminases.
Ao longo dum período de 20 anos foram diagnosticados em toda a população do Norte do país, 94 doentes com DW, foi encontrada a prevalência de 1:37.000 e uma incidência de um por milhão de pessoas-ano. Foram analisados os ​​94 doentes com DW, com predomínio do sexo masculino, a maioria com início das manifestações clínicas em idade pediátrica, com mediana de idade ao diagnóstico de 16,6 anos. A maioria apresentava doença hepática predominante, com mais de um terço com cirrose; manifestações hepáticas e neurológicas mistas e, principalmente sintomas neurológicos, em 10,7% dos doentes. O comprometimento neurológico esteve fortemente associado ao atraso no desenvolvimento das manifestações da doença e também à maior detecção dos anéis de Kayser-Fleischer. Quanto à terapêutica, a penicilamina tem sido a mais utilizada, com reações adversas relatadas. Aos 6 e 12 meses após o início da terapêutica, foi encontrada uma diminuição significativa nas enzimas hepáticas, mas nenhuma redução significativa foi observada na excreção urinária de cobre.

Programa das Comemorações do Centenário do Nascimento do Arquiteto Fernando Távora

De sexta-feira, 30.06.2023 até segunda-feira, 30.09.2024
Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos, no Porto
O Programa de Comemoração do Centenário do Nascimento do Arquiteto Fernando Távora, designado por Távora 100, teve início na passada quinta-feira, dia 24 de agosto, com a inauguração da exposição 'A Urgência da Cidade — O Porto e 100 anos de Fernando Távora', na antiga Casa da Câmara (Casa dos 24), no Porto, onde ficará até 29 de setembro, contando com coordenação geral de Jorge Sobrado e curadoria de Manuel Real, numa iniciativa do Museu do Porto.
No dia 25 de agosto, a partir das 18h00, a Galeria da Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos, recebe a exposição 'Comemoração dos 100 anos do nascimento do Arquiteto Fernando Távora (1923-2005)', que estará patente até 23 de setembro, sendo organizada pela Câmara Municipal de Matosinhos.
Em Outubro inicia-se o programa de iniciativas organizado pela Ordem dos Arquitectos, Fundação Marques da Silva, Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Departamento de Arquitectura da Universidade de Coimbra e EAAD - Escola de Arquitetura, Arte e Design da Universidade do Minho.
O programa completo de atividades está disponível no site tavora100.pt, assim como na página de Instagram távora_100 que, a partir de hoje, publicará diariamente imagens, notícias e outra informação relativa a Fernando Távora.
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