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Eventos




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2ª edição da Comunidade de Leitores da Rede Casas do Conhecimento

De quarta-feira, 18.03.2020 até quarta-feira, 17.06.2020
Boticas, Braga, Vila Verde, Paredes de Coura e Montalegre
Segunda edição da Comunidade de Leitores da Rede Casas do Conhecimento, com seis sessões entre janeiro e junho, abrangendo diversas localidades e em videoconferência. Iniciativa organizada pela Casa do Conhecimento e pelos Serviços de Documentação da UMinho (SDUM), com a colaboração das Casas do Conhecimento dos Municípios de Boticas, Montalegre, Paredes de Coura e Vila Verde. Objetivo? Formar comunidades locais de leitores que em dia e hora marcada se reúnem, em cada Casa do Conhecimento, para discutir e refletir sobre determinado livro, a par das comunidades de leitores das restantes Casas do Conhecimento, podendo os interessados inscrever-se aqui.

PROGRAMA

- 15 de janeiro, 17h30-19h00 |
Casa do Conhecimento de Boticas
Livro "A Senhora Professora", de Rui Damásio

- 19 de fevereiro, 17h30-19h00 |
Casa do Conhecimento da UMinho/SDUM, Braga
Livro "Inteligência Artificial", de Arlindo Oliveira

- 18 de março, 17h30-19h00 | Casa do Conhecimento de Vila Verde
Livro "Tecnologia Versus Humanidade – O confronto futuro entre a Máquina e o Homem", de Gerd Leonhard

- 15 de abril, 17h30-19h00 | Casa do Conhecimento da UMinho/SDUM, Braga
Livro "Como Tornar-se Doente Mental", de José Luís Pio Abreu

- 20 de maio, 17h30-19h00 | Casa do Conhecimento de Paredes de Coura
Livro "A Casa Grande de Romarigães", de Aquilino Ribeiro

- 17 de junho, 17h30-19h00 | Casa do Conhecimento de Montalegre
Livro "Planalto do Gostofrio", de Bento da Cruz

+Info: www.casasdoconhecimento.pt,
facebook.com/casasdoconhecimento

2ª Edição do Curso de Formação Especializada em Cenografia

De quarta-feira, 19.02.2020 até segunda-feira, 20.04.2020
José Capela é um dos mais reconhecidos cenógrafos portugueses. Fundou e dirige, com Jorge Andrade, a companhia mala voadora, sendo responsável pelos cenários dos espetáculos, e tem trabalhado com múltiplas instituições portuguesas das artes performativas (Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Nacional São Carlos, Companhia Nacional de Bailado, entre outras). Publicou o catálogo de cenografia Modos de não fazer nada em 2013, foi presidente da direção da Associação Portuguesa de Cenografia entre 2016 e 2018 e foi responsável pela representação oficial portuguesa na Quadrienal de Praga 2019. Recentemente, foi responsável pelo design da exposição permanente do Museu do Vinho do Porto (1ª versão na Rua da Reboleira) e pela instalação Deslocação do baldio ao fundo da rua que ocupa os espaços públicos do novo Teatro do Bairro Alto, encontrando-se neste momento a desenvolver um trabalho para a Royal Shakespeare Company, no âmbito de um projeto de Tiago Rodrigues. Foi nomeado para o Prémio Autores (Sociedade Portuguesa de Autores / RTP) relativo a “melhor trabalho cenográfico” em 2012 e 2017, e recebeu o prémio em 2016 por Pirandello da mala voadora.

Este curso destina-se a profissionais e praticantes das artes performativas, designadamente de teatro, mas também a todas as pessoas com interesse pela área. José Capela propõe, num conjunto de sessões em horário pós-laboral onde se juntam a exposição de matéria e a discussão, construir uma visão geral e transdisciplinar da evolução da cenografia e dos espaços de representação, desde a invenção da perspetiva no Renascimento, até às tendências da arte de hoje (fazendo algumas aproximações ao seu próprio universo de trabalho). Este contacto com as questões da cenografia culminará com um exercício intensivo de natureza prática.

Candidatura: através do formulário em anexo, enviado para c.pedagogico@arquitetura.uminho.pt até dia 2 de fevereiro, remetendo todos os documentos digitalizados e o comprovativo do pagamento da taxa de candidatura, ou entregue presencialmente na secretaria da EAUM no campus de Azurém.
Datas do Curso: 19 de fevereiro a 20 de maio
Regime/Horário: 4ª feira, 18:00 – 22:00
Local de funcionamento: EAUM – Campus de Azurém, Guimarães
Valor das propinas: 290€

Informação detalhada em: EAUM: Curso de Formação Especializada em Cenografia

Arte Rupestre do Vale do Côa na Nova Galeria do Paço

De sexta-feira, 17.01.2020 até segunda-feira, 20.04.2020
Até 20 de abril | Nova Galeria do Largo do Paço, Braga
A Universidade do Minho (UMinho) reabriu a Nova Galeria do Paço a 17 de janeiro, pelas 18h00, assinalando o início da programação cultural de 2020 através da inauguração de uma exposição sobre a Arte Rupestre do Vale do Côa. A iniciativa conta com a colaboração da Fundação Côa Parque, entidade gestora daquele património.

A exposição recebe o título de “20 (mil) anos do Vale do Côa”, valorizando-se a antiguidade do conjunto artístico e os 21 anos da sua classificação como Património Mundial pela UNESCO. A inauguração contou com a presença do reitor Rui Vieira de Castro, da vice-reitora da UMinho para a Cultura e Sociedade, Manuela Martins, do presidente da Fundação Côa Parque, Bruno Navarro e do ex-diretor do Parque Arqueológico e do Museu do Côa, António Martinho Baptista.

Com esta exposição a UMinho pretende contribuir para a divulgação deste admirável património artístico, de uma enorme modernidade, que constitui um bem de todos, procurando divulgar também os contornos da polémica que se instalou com a sua identificação, a partir de 1994 e que se manteve mesmo após a decisão política de suspender a construção da barragem de Foz Côa, que já havia sido iniciada antes das gravuras terem sido descobertas, e que foi tomada por resolução do Conselho de Ministros, de 17 de janeiro de 1996. Na sequência dessa decisão foi criado o Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC) - que abriu ao público a 10 de Agosto de 1996 – e que integra o território onde se regista uma invulgar concentração de arte rupestre pré e proto-histórica ao ar livre, cronologicamente alongada entre o Paleolítico superior (±25.000 anos BP) e a IIª Idade do Ferro (2ª metade do 1º milénio a.C.).

O ciclo de arte paleolítica, disseminado por centenas de rochas gravadas, com motivos figurando cavalos, auroques, cabras e cervídeos, para além de alguns raros antropomorfos, é o mais conhecido e formaliza um dos mais notáveis conjuntos de arte pré-histórica da Europa ocidental. O reconhecimento do valor e singularidade da arte paleolítica do Baixo Côa, juntamente com a longa diacronia das manifestações artísticas que podem ser encontradas na área do PAVC e que transformam este território num verdadeiro ‘santuário rupestre’, justificam o seu reconhecimento nacional e internacional e a sua classificação como Património da Humanidade pela UNESCO.

A exposição poderá ser visitada entre as 10h00 e as 18h00, de segunda-feira a sábado, até dia 20 de abril.

- Fotos: facebook.com/museudocoa/posts/3156104801070508

Epidemiology

De terça-feira, 10.03.2020 até sexta-feira, 24.04.2020

Docente do ICS é comissário da exposição “1820. Revolução Liberal do Porto”

De quinta-feira, 20.02.2020 até domingo, 6.09.2020
Até 6 de setembro | Porto
A iniciativa assinala os 200 anos da Revolução Liberal, num programa do Município do Porto com meia centena de eventos, como colóquios, livros, congresso internacional, concertos, visitas e cinema.

A mostra documental destaca em especial fontes portuenses dos 40 dias que abalaram a História de Portugal e do Brasil. Para Lopes Cordeiro, a peça principal é a ata da Câmara de 24 de agosto de 1820, cheia de rasuras a preto, devido aos partidários de D. Miguel após a reviravolta absolutista. “O pronunciamento militar fez-se às 5 da manhã no Campo de Santo Ovídio (hoje Praça da República) e às 8 horas estava toda a gente na Câmara, onde se leu a proclamação da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino, que inaugurava um novo regime”, explica, surpreendido que este documento estivesse quase esquecido, apesar de então transcrito na imprensa local, divulgado em panfletos e republicado em jornais de Lisboa quando a capital aderiu ao movimento.

A exposição evoca também os principais antecedentes da revolta: a ida da corte para o Brasil em 1807; a invasão napoleónica do Porto e o desastre da Ponte das Barcas em 1809; a criação pelo príncipe regente D. João VI do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves em 1815; a conspiração de 1817 e a execução do general Gomes Freire de Andrade, que acicatou a revolta contra a presença inglesa e o governo do marechal Beresford; e a constituição da associação secreta Sinédrio, no Porto, para lançar a revolução. A vitória definitiva do liberalismo foi em 1833, com a derrota miguelista no cerco do Porto, mas Lopes Cordeiro focou a exposição até 4 de julho de 1821, quando o rei desembarcou em Lisboa. “Estavam cumpridos dois objetivos: a corte regressou e já havia documento provisório da Constituição”, observa Lopes Cordeiro, que lança em abril de 2020 um livro com centenas de páginas que superam largamente a função de catálogo da exposição.

+Info: www.publico.pt/2020/01/14/culturaipsilon/noticia/porto-celebra-200-anos-revolucao-liberal-pais-1900362
www.porto.pt/noticias/porto-tem-vasto-programa-de-comemoracoes-para-assinalar-o-bicentenario-da-revolucao-liberal-de-1820
www.cm-porto.pt/cultura/noticias?id=50512, 1820.porto.pt