Provas de Mestrado em Educação Especial - Área de Especialização em Necessidades Educativas Especiais do Domínio Cognitivo e Motor
De sexta-feira, 17.05.2024 até sexta-feira, 21.05.2100
Instituto de Educação da Universidade do Minho
Composição
do Júri:
Presidente: Doutora
Ana Maria Silva Pereira Henriques Serrano, Professora Associada do Instituto de
Educação da Universidade do Minho;
Vogais: Doutora Ana Paula Loução Martins,
Professora Associada do Instituto de Educação da Universidade do Minho
(orientadora);
Doutora Sílvia Correia Monteiro, Investigadora Auxiliar do
Centro de Investigação em Educação do Instituto de Educação da Universidade do
Minho.
Resumo da
Dissertação Mestrado:
Esta investigação teve como
finalidade conhecer as atitudes de futuros e atuais educadores de infância e de
professores acerca da inclusão de crianças com Necessidades Educativas
Especiais (NEE) em contexto escolar regular. Para a sua concretização, seguimos
uma metodologia quantitativa e recolhemos os dados a partir de uma amostra de
103 participantes, através de um questionário desenvolvido para o efeito. Para
a análise dos dados recorremos à estatística descritiva e inferencial, que
permitiu concluir que: a) a maioria dos participantes não considera ter
conhecimentos científicos necessários para educar crianças com necessidades
educativas especiais; b) a maioria dos participantes selecionou a definição que
considera a inclusão como relativa a todos e cada criança, e não aquelas
definições que consideravam apenas as crianças com NEE; c) metade dos
participantes consideram que são os membros da sociedade quem tem uma atitude
menos positiva perante a inclusão; d) a variável género não teve um impacto nas
atitudes perante a inclusão. Estas conclusões aprovisionam uma reflexão para os
investigadores, educadores de infância, professores, pais e a
comunidade em geral.
Palavras-chave: Atitudes; Educadores de Infância;
Inclusão; Necessidades Educativas Especiais;
Palavras-chave: Atitudes; Educadores de Infância;
Inclusão; Necessidades Educativas Especiais;
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Ciclo de conferências "O que diz o Direito Civil?"
De sábado, 18.04.2026 até sábado, 19.12.2026
BLCS, Braga
O Centro de Investigação em Justiça e
Governação (JusGov) da Escola de
Direito da Universidade do Minho promove, ao longo de 2026, o ciclo de conferências “O que diz o Direito Civil?”, na Biblioteca Lúcio Craveiro da
Silva, em Braga. As oito sessões, de caráter informal,
realizam-se no segundo ou terceiro sábado de cada mês, entre as 11h00 e as
12h00. A iniciativa tem entrada livre e visa aproximar o Direito do quotidiano
dos cidadãos, explicam os investigadores promotores Sónia Moreira, Patrícia Sousa Borges, Sofia Alcaide e João Nuno Barros.
O ciclo arrancou a 18 de abril, com
Isa Meireles a abordar a constituição de sociedades comerciais, seguindo-se
Pedro Dias Venâncio a 16 de maio, sobre direitos de autor, Sofia Alcaide a 20
de junho, sobre procedimentos após acidentes rodoviários, e Patrícia Sousa
Borges a 18 de julho, sobre a incapacidade e gestão de bens. Após
a pausa de verão, Cláudio Flores fala a 19 de setembro sobre
o direito à imagem, Rossana Martingo Cruz a 17 de outubro sobre as
responsabilidades parentais em caso de divórcio, Cristina Dias a 14 de
novembro sobre partilhas por morte e António Cruz Oliveira a 19 de dezembro sobre contratos de energia e mudança de fornecedor.
O JusGov é uma referência nacional na área e
está avaliado como “Excelente” pela tutela. Possui 228 investigadores em sete
grupos: Direito da União Europeia; Direitos Humanos; Estado, Empresa e
Tecnologia; Globalização, Democracia e Poder; Justiça Criminal e Criminologia;
Laboratório de Justiça; e Escola de Investigadores. Criado em 2018 e dirigido
por Flávia Noversa Loureiro, o JusGov desenvolve projetos nacionais e
internacionais, organiza formações avançadas, participa em diversas redes
científicas, realiza estudos que apoiam decisores públicos e outras entidades e
dissemina o conhecimento em acesso aberto para a sociedade.
PROGRAMA
- 18 de abril | Isa Meireles: "Quero constituir uma sociedade comercial. O que tenho de fazer? - 16 de maio | Pedro Dias Venâncio: "Afinal, o que são e para que servem os direitos de autor?" - 20 de junho | Sofia Alcaide: "Tive um acidente rodoviário, o que tenho de fazer?" - 18 de julho | Patrícia Sousa Borges: "O meu pai já não tem capacidade de gerir os seus bens e de celebrar contratos. O que posso fazer?" - 19 de setembro | Cláudio Flores: "Afinal, o que é e como é protegido o direito à imagem?" - 17 de outubro | Rossana Martingo Cruz: "‘Afinal, quem tem direito a ficar com os filhos em caso de divórcio?" - 14 de novembro | Cristina Dias: "Afinal, como se fazem as partilhas por morte?" - 19 de dezembro | António Cruz Oliveira: "Estou descontente com o meu contrato de energia. Posso mudar de fornecedor? Sou obrigado a ter período de fidelização?"
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AEEUM
De quinta-feira, 1.01.2026 até quinta-feira, 31.12.2026
AEEUM
Associação de Estudantes de Enfermagem da Universidade do Minho
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Plano de Internacionalização para a UMinho 2025/2029
De quarta-feira, 1.07.2026 até segunda-feira, 31.12.2029
Assente numa abordagem integrada, transversal e orientada para o impacto, o Plano parte de uma premissa fundamental: a internacionalização constitui uma dimensão estruturante da missão da UMinho, refletindo-se no ensino, na investigação, na inovação, na ligação à sociedade e na governação institucional. A estratégia organiza-se em três pilares prioritários, complementados por um pilar transversal de sustentabilidade interna: - Europa como núcleo estratégico, reforçando a identidade europeia da UMinho através da consolidação do Programa Erasmus+ e do aprofundamento da participação na Aliança Europeia Arqus;
- Parcerias de excelência e posicionamento global, promovendo uma cooperação seletiva e estratégica com instituições de referência internacional;
- Sul Global e CPLP: cooperação com mentoria, privilegiando modelos de colaboração assentes na capacitação institucional e na partilha de conhecimento;
- Sustentabilidade interna da internacionalização, reforçando a oferta formativa em língua inglesa, promovendo a mobilidade académica e integrando a dimensão internacional nos processos e instrumentos institucionais.
Neste enquadramento, a Aliança Europeia Arqus assume um papel estruturante enquanto instrumento de transformação institucional, potenciando a inovação pedagógica, o desenvolvimento de novos modelos de mobilidade, a criação de graus conjuntos e o reforço da participação da Universidade em projetos europeus de educação, investigação e inovação.
O Plano assenta igualmente num modelo de governação integrado e de responsabilidade partilhada, envolvendo a Reitoria, as Unidades Orgânicas e as Unidades de Serviço na definição, implementação e monitorização da estratégia de internacionalização.
O Plano de Internacionalização 2025–2029 encontra-se agora disponível para consulta da comunidade académica.
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