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Projeto bYou convida crianças e jovens a fazerem ouvir a sua voz na campanha “Expressa-te”

De terça-feira, 8.11.2022 até sexta-feira, 8.03.2024
Esta é uma iniciativa do projeto de investigação bYou, que convida, até março de 2024, todas as crianças e os jovens com não mais de 18 anos a fazerem ouvir a sua voz através de conteúdos sobre os assuntos que os preocupam ou lhes interessam. Os trabalhos enviados serão publicados no Mural de Expressões online (https://www.muralbyou.pt/) e uma seleção desses conteúdos será objeto de uma exposição física em Braga.

Vídeo, podcast, fotografia, desenho, pintura, texto, poema, dança, música: todas as formas de expressão são bem-vindas. O bYou quer conhecer a importância dos vários media no dia-a-dia dos mais novos e ouvi-los sobre os assuntos que mais os motivam ou preocupam. O bYou quer, por isso, escutar as crianças e os jovens nos seus próprios termos. Há três condições essenciais para a participação na campanha “Expressa-te”: ter até 18 anos, proteger a identidade dos participantes durante a criação dos conteúdos e não usar recursos sujeitos a direitos de autor ou de propriedade intelectual.

De acordo com Sara Pereira, investigadora responsável do bYou, a campanha Expressa-te “faz parte da segunda fase do projeto, ligada à participação e à expressão das crianças. Tem como objetivo levar a que usem os media, a que usem as tecnologias para se expressarem sobre os mais variados assuntos”. O Mural de Expressões dá forma a este propósito: segundo Daniel Brandão, co-investigador responsável do bYou, “o mural e a campanha Expressa-te são uma forma de pôr em ação o direito consagrado à participação” dos jovens, tal como consta na Convenção dos Direitos das Crianças. Saiba mais sobre a campanha no vídeo (https://www.media.cecs.uminho.pt/video/RX7/campanha-expressa-te-byou/).

O lançamento da campanha é acompanhado pelo vídeo “Grita, diz, faz… EXPRESSA-TE!”, publicado no canal no YouTube do projeto, e por um spot em formato áudio a divulgar por rádios nacionais e locais.

Para além do Mural de Expressões, o Mural bYou apresenta um conjunto de cartões temáticos para recolher opiniões breves dos jovens, bem como diferentes quizzes sobre os media e os direitos e cidadania dos mais novos.

A campanha “Expressa-te” e o Mural de Expressões são iniciativas do projeto de investigação bYou – Estudo das vivências e expressões de crianças e jovens sobre os media (https://www.byou.ics.uminho.pt/), em curso no Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho e no MILObs: Observatório sobre Media, Informação e Literacia, com financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (PTDC/COM-OUT/3004/2020). O projeto pretende escutar e dar a voz a crianças e jovens com o intuito de conhecer e problematizar a relação e as práticas dos mais novos com os meios de comunicação.

Projeto da investigadora do ICVS Cristina Cunha premiado pela Fundação La Caixa

De terça-feira, 20.09.2022 até quinta-feira, 31.10.2024
O projeto premiado procura identificar os fatores que predispõem à aspergilose pulmonar invasiva. Para tal, os investigadores procurarão fatores específicos que alterem o equilíbrio entre o hóspede e a sua microbiota pulmonar e predisponham certas pessoas imunodeprimidas a desenvolverem a doença. Os resultados do estudo poderão ser utilizados para melhorar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento desta grave complicação, bem como o prognóstico dos doentes.

Aspergillus
é um fungo transmitido pelo ar que está presente em todo o lado, tanto no exterior como no interior, cujos esporos respiramos diariamente. Na maioria das pessoas saudáveis, este fungo não provoca infeção nem problemas de saúde de nenhum tipo. No entanto, algumas pessoas – em especial as que apresentam imunodepressão porque, por exemplo, receberam um transplante, padecem de um tumor, estão sob cuidados intensivos ou, até, sofrem de COVID-19 – podem desenvolver aspergilose pulmonar invasiva, uma doença que pode ser grave e potencialmente mortal. Em todo o mundo, 30 milhões de pessoas por ano apresentam risco de infeção, embora apenas sejam diagnosticados 300 000 novos casos anuais de infeção. Mas por que motivo só algumas pessoas são infetadas? Apesar dos grandes avanços dos últimos anos na luta contra esta infeção oportunista, tanto o diagnóstico como o tratamento da aspergilose continuam a representar um importante desafio para a medicina.
O CaixaHealth Research 2022 dará um impulso de mais de 23 milhões de euros a 33 novos projetos de investigação biomédica em Portugal e Espanha. Além de Cristina Cunha mais 12 projetos nacionais foram premiados.

João Bessa toma posse como Presidente da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental

De terça-feira, 14.03.2023 até quinta-feira, 14.03.2024
A nova direção é constituída por João Bessa (Presidente), Albino Maia (Vice-Presidente), Susana Almeida (Secretário Geral), Ricardo Moreira (Tesoureiro), Miguel Bajouco (Vogal), Gustavo Jesus (Vogal), Manuela Abreu (Vogal), Maria João Heitor (Presidente Cessante) e Luís Madeira (Presidente Eleito).

Foi com “grande entusiasmo e vontade de fazer uma diferença” nesta área clínica e do saber médico que, João Bessa, abraçou o desafio da direção da SPPSM. Juntamente com uma “excelente” equipa na direção da sociedade, o novo presidente acrescenta que o grupo está “altamente motivado para atingir novos objetivos e desenvolver novas estratégias formativas, de promoção da investigação e interação com a sociedade. Considero ainda que a minha eleição para este cargo é uma importante forma de reconhecimento de todo o trabalho científico e formativo que tem sido desenvolvido nesta área pela equipa da Escola de Medicina e do ICVS, a quem agradeço profundamente por todas as oportunidades de crescimento pessoal, científico e académico”.


O também docente da Escola de Medicina da Universidade do Minho, enumerou várias prioridades que estão delineadas para serem implementadas de forma imediata. Sendo elas a “renovação e expansão da SPPSM que passa pelo desenvolvimento de novas estratégias formativas para além do Congresso Nacional de Psiquiatria, com a criação de um plano de formação abrangente para jovens clínicos e de educação médica contínua para clínicos mais experientes”. Quer também “promover a presença da SPPSM na sociedade civil, com a criação de uma Comissão de Imagem e Divulgação científica com iniciativas estratégicas de promoção da literacia em Saúde Mental. Será ainda prioridade a expansão e diferenciação do recém-criado Observatório de Saúde Mental que terá um papel essencial na análise e divulgação de dados nacionais sobre Saúde Mental. Finalmente, tendo em conta a importância da perspetiva da Psiquiatria em questões bioéticas atuais, será criada uma Comissão de Assuntos Éticos que terá um papel essencial na elaboração de pareceres de natureza ética e deontológica”.

Para o triénio de 2023-2025, João Bessa, adiantou que planeia “promover a participação e renovação” da SPPSM, ao desenvolver iniciativas inovadoras de formação clínica, “impulsionando a investigação clínica e fundamental em Psiquiatria, potenciando a interação com sociedades científicas nacionais e internacionais como a European Psychiatry Association (EPA) e World Psychiatry Association (WPA) e aumentando a proximidade com a sociedade civil para promover a literacia em Saúde Mental”.

Tiago Gil Oliveira eleito Presidente da Sociedade Portuguesa de Neurociências

De quinta-feira, 11.05.2023 até sábado, 11.05.2024
Promover o estudo do sistema nervoso pela comunidade científica nacional e internacional e comunicar com a população em geral as implicações dos avanços científicos nesta área são as grandes missões da SPN. Sendo que as Neurociências têm tido uma atenção crescente nos últimos anos, com o maior reconhecimento da população relativamente ao impacto das doenças neuropsiquiátricas, como a depressão ou a doença de Alzheimer, os objetivos do próximo quadriénio passam por “desenvolver iniciativas para aproximar e comunicar as descobertas que os neurocientistas fazem junto da população geral, dando também continuidade ao excelente trabalho que a direção anterior fez. Tendo em conta a minha formação de base como médico-cientista espero também poder contribuir para o desenvolvimento de iniciativas conjuntas com outras sociedades científicas de âmbito clínico. A nossa expectativa é que estas sinergias inspirem os neurocientistas a encontrar soluções para os mistérios do funcionamento do sistema nervoso e das doenças que o afetam.”, realça Tiago Gil Olivera.

Ao refletir sobre o seu percurso profissional na área das neurociências o docente menciona que “uma das maiores aprendizagens a trabalhar em ciência ao longo dos anos foi perceber que podemos fazer muito mais se trabalharmos em equipa. Nesse sentido, sinto um grande entusiasmo por poder trabalhar e desenvolver iniciativas com um conjunto de pessoas na SPN que partilha os mesmos valores, o gosto por aprender sempre mais e o prazer de comunicar. E essa partilha em equipa ameniza o sentimento de grande responsabilidade, dado que Portugal tem uma grande tradição no estudo das Neurociências. Além disso, tenho um sentimento de gratidão porque beneficiei de múltiplas oportunidades formativas no âmbito das ciências fundamentais que me foram dadas pela Escola de Medicina e pelo Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde e que foram cruciais para saciar a minha curiosidade e desenvolver o espírito sonhador desde os tempos em que iniciei o curso de Medicina”.

Tiago Gil Oliveira é Professor Associado da Escola de Medicina da UMinho, coordenador de investigação no ICVS e neurorradiologista do Hospital de Braga. Foi aluno do programa conjunto de MD/PhD da Universidade do Minho, Portugal e da Columbia University, NYC, EUA. Realizou os estudos de doutoramento na Columbia University, entre 2007 e 2010, e os de MD na Universidade do Minho.

Semana Cultural Professor Joaquim Pinto Machado marcada por arte e talento

De quinta-feira, 4.05.2023 até sábado, 4.05.2024
Em contato com a Professora Adriana Henriques e com o Professor Gil Castro, responsáveis pelas Oficinas de Artes Plásticas associadas à Cátedra Professor Joaquim Pinto Machado, foi organizado um momento no átrio em que a comunidade estudantil tem a oportunidade de desenhar e pintar em telas em branco. Para muitos estudantes, devido aos exames, esta é uma altura de grande concentração e esta atividade tem o intuito de ajudar a “escapar” um pouco do momento.

A Marta Silva, aluna do 3º ano, realçou a importância deste género de atividades ao mencionar que “são um escape à medicina e a todo o stress das aulas e dos exames. É um momento em que podemos ser nós próprios, trabalhar noutras paixões nossas e ver algo no curso que, para além da medicina, se identifica connosco”.

Já José Graça, estudante de doutoramento, refletiu na qualidade e no desenvolvimento extra que os Percursos Complementares fornecem aos estudantes. “Estas aulas semanais são muito boas, porque nos permitem exercitar a nossa criatividade, sermos livres, descomprimir do trabalho do dia-a-dia e colocar os nossos sentimentos na tela. É uma atividade muito boa para todos os alunos porque permite desenvolver novas capacidades ou evoluir as capacidades artísticas que já possuem”.
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