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Técnicas Complementares de Exame e Patologia Ocular - 4ª Edição

De segunda-feira, 14.09.2020 até domingo, 29.11.2020
Departamento de Física, Escola de Ciências da Universidade do Minho
Os avanços tecnológicos nas áreas dos cuidados de saúde têm motivado uma mudança de paradigma nos cuidados de saúde, à qual não escapa a atenção visual primária e especializada. Em resultado da contínua aparição de novos métodos de exame, também se tem assistido a um aumento exponencial no conhecimento relativo às características anatómicas e fisiológicas das estruturas oculares em diversas condições patológicas que afetam o órgão visual humano. Deste modo, os profissionais responsáveis pelos cuidados da visão sentem a necessidade de estarem continuamente a atualizar os seus conhecimentos, quer no domínio da patologia quer no domínio das técnicas utilizadas para a sua avaliação. Aliás, torna-se cada vez mais importante que o profissional dos cuidados da saúde tenha um conhecimento fundamentado das técnicas de diagnóstico que utiliza, o que se aplica ao pessoal médico/clínico responsável pela interpretação e diagnóstico, mas também ao pessoal técnico que habitualmente executa os exames.​

Língua de instrução:​ Português​
Área científica: ​Física (Optometria)
​​​ECTS: ​5 créditos​​
Semana​​s: 10 semanas​​
Início: 14 de setembro de 2020​
​​Fim:​ 29 de novembro 2020​
Candidaturas até 31​​ de agosto de 2020
Vagas: 50
Inscrição: 350€​

Mais informação em https://cursosonline.uminho.pt/PT/patologia4ed/Paginas/default.aspx

Procedimento Concursal | Investigador Auxiliar em Economia

De sexta-feira, 18.09.2020 até quarta-feira, 28.10.2020
Descrição da função e qualificações
O Núcleo de Investigação em Políticas Económicas Empresarias (NIPE) da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho está a contratar um investigador júnior na área Economia. O concurso está aberto para diferentes áreas da Economia. Os investigadores serão incentivados a colaborar com membros efetivos da unidade. Os candidatos deverão ser doutorados em Economia há 10 anos ou menos. Requisitos adicionais: (i) Pelo menos dois trabalhos científicos, nas áreas específicas do concurso, publicados ou em processos de submissão, em revistas científicas internacionais indexadas no Journal of Citation reports. (ii) Domínio oral e escrito da língua inglesa.

Formalização das candidaturas

Os candidatos deverão remeter os seguintes documentos para nipe@eeg.uminho.pt,
indicando no assunto a “Refª CTTI-40/20-NIPE (1)”, até 28 de outubro de 2020.
- Cópia de certificado ou diploma do grau;
-Curriculum vitae detalhado (Documento, integrado no curriculum vitae, onde sejam indicados os identificadores do candidato em serviços de indexação de publicações científicas, nomeadamente “ORCID iD”, “Scopus Author ID” e “Researcher ID”);
-Carta de motivação;
-2 Cartas de recomendação: uma carta do orientador do doutoramento e outra de outro académico qualificado para produzir comentários bem fundamentados sobre a elegibilidade do candidato; as cartas devem ser enviadas diretamente pelos revisores para nipe@eeg.uminho.pt.
-Cópia dos dois trabalhos mais relevantes selecionados pelo candidato como mais representativos no que respeita à sua contribuição para o desenvolvimento e evolução das áreas disciplinares do concurso;
-Resumo do Projeto de investigação (máx. 2 pág. A4);
-Quaisquer outros documentos que o candidato considere relevantes.


Antes de apresentar a sua candidatura, leia atentamente o aviso de abertura do concurso para aceder a todos os detalhes da candidatura e critérios de seleção.

Edital


Local de trabalho e remuneração mensal
O local de trabalho situa-se na Escola de Economia a Gestão da Universidade do Minho, no Campus de Gualtar, em Braga.
A remuneração mensal a atribuir é de 3.201,40 Euros (ilíquido).
Contrato pelo período de quatro anos, podendo ser renovado por mais dois anos.

II Ciclo de Cinema "WomanArt"

De quinta-feira, 8.10.2020 até quinta-feira, 5.11.2020
BLCS, Braga
A primeira edição ocorreu em 2019 e sobre a ditadura no contexto português. Este segundo ciclo conta com películas de Margarida Cardoso, Diana Andringa, Luciana Fina, Lucia Murat, Danielle Gaspar, Krishna Tavares e Flávia de Castro. Os seis filmes apresentados evidenciam questões de memória, identidade e trauma decorrentes da ação do Estado Novo e da ditadura militar no Brasil, além do colonialismo português em África.

Por exemplo, Luís Carlos Patraquim, poeta e jornalista do cinejornal "Kuxa Kanema", comenta a 27 de fevereiro "Kuxa Kanema" (2003), de Margarida Cardoso. A realizadora Diana Andringa e o escritor Luandino Vieira dialogam a 5 de março em torno do documentário "Tarrafal - Memórias do Campo da Morte Lenta" (2011). Já a realizadora Luciana Fina apresenta a 24 de setembro "Terceiro Andar" (2016), em diálogo com Vítor Ribeiro, programador de cinema da Casa das Artes de Famalicão.

A iniciativa é uma organização Grupo de Investigação em Artes, Género e Estudos Pós-Coloniais (CEHUM) no âmbito do projecto de investigação "Mulheres, Artes e Ditadura. Os casos de Portugal, Brasil e Países Africanos de Língua Portuguesa", financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

SESSÕES

- 27 de fevereiro, 21h00, BLCS | "Kuxa Kanema" (2003), de Margarida Cardoso, com a presença do poeta e jornalista Luís Carlos Patraquim, apresentado por Joana Passos e Margarida Pereira
Sinopse | Após a Independência de Moçambique em 1975, o novo presidente eleito, Samora Machel, criou como ação cultural o Instituto Nacional de Cinema (INC). Com unidades móveis, ele percorria as localidades do país para exibir o cinejornal "Kuxa Kanema", nome com significado de "o nascimento do cinema". O documentário reconstrói o trajeto vivido pelo INC, desde seu começo até sua decadência.

- 05 de março, 21h00, BLCS | "Tarrafal - Memórias do Campo da Morte Lenta" (2011), de Diana Andringa, com a presença daquela realizadora e do escritor Luandino Vieira
Sinopse | O documentário recolhe as memórias do português Edmundo Pedro, um dos dois únicos sobreviventes do primeiro período no Campo de Concentração do Tarrafal, na Ilha de Santiago, em Cabo Verde. O local também era conhecido como o "campo da morte lenta" e foi criado pelo Governo português durante o Estado Novo. Construído aos moldes dos campos nazistas, era usado para aprisionar e afastar da metrópole de Portugal todos os presos problemáticos, como os portugueses contrários ao regime do período e nacionalistas de Angola, Guiné-Bissau e Cabo Verde, que lutavam contra a colonização portuguesa.

- 24 de setembro, 21h00, BLCS | "Terceiro Andar" (2016), de Luciana Fina, com a presença daquela realizadora e do programador de cinema Vítor Ribeiro
Sinopse | Em que língua é que vamos contar as histórias que nos foram contadas? Em que língua escrever uma declaração de amor? Centro histórico de Lisboa, Bairro das Colónias, terceiro andar. Fatumata e Aissato, mãe e primogénita de uma numerosa família originária da Guiné-Bissau, discutem o amor e a felicidade. Pelas sete da tarde, do terceiro até ao meu quinto andar, ressoa pelo prédio um som regular, sempre igual, como o bater do coração. O som sobe escadas e patamares, atravessa paredes, portas e corredores, habita as casas, as cozinhas e as varandas interiores.

- 08 de outubro, 21h00, BLCS | "Que Bom Te Ver Viva" (1989), de Lucia Murat, apresentado por Laís Natalino
Sinopse | Ex-presas políticas da ditadura militar brasileira analisam como puderam enfrentar as torturas e prisões, relatando as situações e como sobreviveram a esse período, onde delírios e fantasias são recorrentes. O filme intercala cenas documentais com um monólogo ficcional, que é uma amálgama dos relatos e das memórias dessas corajosas mulheres.

- 22 de outubro, 21h00, BLCS | "Atrás de Portas Fechadas" (2014), de Danielle Gaspar e Krishna Tavares, com apresentação daquelas realizadoras
Sinopse | Investigação sobre fatores determinantes na construção das convicções politico-ideológicas de mulheres durante a Ditadura Militar no Brasil. Se as mulheres das organizações de esquerda lutaram pela participação política e contra a repressão, as mulheres da elite brasileira deixaram os seus lares apenas provisoriamente para defendê-los da "ameaça comunista". Esses eventos influenciaram o debate sobre o comportamento e a condição da mulher na sociedade brasileira.

- 05 de novembro, 21h00, BLCS | "Diário de uma Busca" (2011), de Flávia Castro, com apresentação daquela realizadora
Sinopse | Outubro, 1984. Celso Castro, jornalista com longa história de militância de esquerda, é encontrado morto no apartamento de um ex-oficial nazista, onde entrou à força. A polícia sustenta que se trata de um suicídio. O episódio, digno de um filme de suspense, é o ponto de partida de Flávia, filha de Celso e diretora do filme, que decide reconstruir a história da vida e da morte do homem singular que foi o seu pai. É uma viagem no tempo e na geografia: a diretora volta aos cenários do exílio familiar, da ilusão e do fracasso de um projeto político. As vozes imbricadas de Celso (de suas cartas) e de sua filha constroem um retrato íntimo de uma relação marcada pela história e pela ausência.

+Info: cehum.ilch.uminho.pt/default/gaps, ceh.ilch.uminho.pt/womanart, ceh.ilch.uminho.pt/womanart/?cat=107, Joana Passos (jfvpassos@gmail.com) e Laís Natalino (laisnatalino@ilch.uminho.pt)

Coronavírus: orientações e Plano de Contingência da UMinho

De segunda-feira, 19.10.2020 até quinta-feira, 31.12.2020
Institute of Education - University of Minho
Orientações para reportar Casos Confirmados de COVID-19 na Universidade do Minho
14 de outubro de 2020

Porém, a ameaça subjacente à pandemia provocada pela COVID-19 permanece. Por isso, é fundamental que a comunidade
universitária, agindo com maturidade e responsabilidade, assuma um compromisso com a prevenção da COVID-19, uma vez
que a contenção da doença e a proteção dos cidadãos mais vulneráveis depende, em grande medida, de todos e cada um
de nós.
Em momentos como este, todos temos dúvidas e perguntas a fazer. Para que os estudantes sejam efetivos agentes de saúde
pública, que comportamentos devem ser adotados? É o que a seguir se responde.

Que cuidados básicos de higiene e etiqueta respiratória devo ter?
Devo evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca. Devo lavar frequentemente as mãos, com água e sabonete líquido, esfregando-as bem durante pelo menos 20 segundos. Devo reforçar a lavagem das mãos antes e após o contacto com alimentos, após o uso das instalações sanitárias e após o contacto com superfícies em locais públicos (maçanetas das portas, botões de elevador, transportes públicos, etc.). Em alternativa, para higiene das mãos, posso usar uma solução antissética de base alcoólica.

Que cuidados de distanciamento devo ter? Devo promover o distanciamento físico relativamente a outras pessoas e evitar permanecer em locais muito frequentados e fechados, sem absoluta necessidade. Devo, ainda, evitar cumprimentos com contacto físico.

Devo estar mais atento ao meu estado de saúde? Sim. Devo efetuar a automonitorização diária de sinais e sintomas, medindo a temperatura de manhã e à noite e prestando atenção à ocorrência de sintomas compatíveis com a COVID-19, como por exemplo: tosse, febre (temperatura igual ou superior a 38ºC), dificuldade respiratória, dores de cabeça, perda de olfato, cansaço, entre outros.

O que devo fazer se tiver sintomas compatíveis com a COVID-19?
Se eu ou alguma das pessoas com quem vivo apresentar sintomas compatíveis com a COVID-19 não posso ir à Universidade. Nessa situação devo contactar a Linha SNS24 (808 24 24 24) ou o Centro de Medicina Digital P5 (253 144 420) e proceder de acordo com as indicações fornecidas pelos profissionais de saúde.

O que devo fazer se tiver tido contacto com um caso suspeito de COVID-19? Se tiver tido contacto com um caso suspeito poderei ir à Universidade enquanto me mantiver assintomático. Contudo, como medida de precaução, deverei proceder à vigilância ativa e diária de sinais e sintomas durante 14 dias, contados a partir da data da última exposição a esse caso suspeito.

O que devo fazer se tiver tido contacto com um caso confirmado de COVID-19? Se o tipo de contacto for considerado de alto risco, pelas autoridades de saúde, não poderei ir à Universidade até ter autorização para tal e devo proceder conforme as indicações recebidas daquelas autoridades. Se o tipo de contacto for considerado de baixo risco poderei ir à Universidade enquanto me mantiver assintomático. Contudo, como medida de precaução, deverei proceder à vigilância ativa e diária de sinais e sintomas durante 14 dias, contados a partir da data da última exposição a esse caso confirmado. São contactos de baixo risco de exposição: contacto esporádico com um caso de COVID-19; contacto frente a frente em ambiente aberto, a uma distância inferior a 2 metros, durante menos de 15 minutos; contacto em ambiente fechado, a uma distância superior a 2 metros ou durante menos de 15 minutos; contacto protegido, ou seja, com utilização correta de máscara, ainda que em ambiente fechado, independentemente da sua duração.

O que devo fazer se manifestar sintomas da COVID-19 quando estiver na Universidade? Se sentir sintomas da COVID-19, quando estiver na Universidade, caso esteja em aula, deverei informar o respetivo professor; se estiver em outro contexto deverei, preferencialmente por via telefónica, informar o Diretor de Curso ou o Presidente doConselho Pedagógico e seguir as indicações que me forem dadas, de acordo com o previsto no Plano de Contingência Interno para a prevenção da COVID-19

www.uminho.pt/PT/viver/COVID-19/

O que devo fazer se tiver que faltar a aulas presencias por estar em quarentena ou isolamento? Devo informar o Diretor de Curso das condições que originaram a situação, para que sejam encetadas as diligências necessárias face a colegas e docentes com que contactei e para que as faltas às aulas presenciais sejam relevadas.

Quando é que posso dirigir-me ao campus? Apenas quando tiver aulas presenciais, quando tiver reservado uma sessão na biblioteca, quando tiver marcado uma sessão de atendimento com um professor ou um serviço, para ir às cantinas ou outros serviços de alimentação, quando tiver marcação nos serviços médicos e de apoio psicológico ou quando for praticar desporto.

O que devo fazer quando chegar ao campus? Devo certificar-me que tenho a máscara bem colocada e dirigir-me ao edifício onde irá decorrer a ação que venho realizar. Devo ter presente que a eventual utilização de viseira não dispensa o uso de máscara.

O que devo fazer se me tiver esquecido da máscara? Devo dirigir-me, no campus, ao dispensador de máscaras mais próximo e comprar uma máscara.

Quando chegar ao edifício, o que devo fazer? Devo entrar no edifício por uma das portas indicadas, desinfetar as mãos e seguir o percurso assinalado em direção à sala em que vou realizar a ação, circulando pela direita e mantendo a distância de segurança. Os dispensadores de solução antissética de base alcoólica encontram-se na entrada dos edifícios, em cada piso, junto dos elevadores ou escadas e em outros locais em que o número de pessoas ou a distância o justifique.

Quando chegar à sala de aulas ou à sala em que vai decorrer a ação a realizar o que devo fazer? Devo certificar-me que tenho a máscara bem colocada e seguir o percurso indicado em direção a um lugar assinalado com um dístico verde, evitando tocar, desnecessariamente, em superfícies e objetos desnecessários.

Durante a aula, reunião ou outra ação como devo comportar-me? Devo manter a máscara, sempre bem colocada, cobrindo o nariz e a boca. Não devo sair do lugar, nem deslocar ou mudar a orientação da mesa e da cadeira. Não posso retirar a máscara para falar, para não colocar em causa a eficácia da proteção. Devo seguir as normas de etiqueta respiratória.

Como deve processar-se a entrada e saída da sala de aula? A entrada e a saída da sala devem ser faseadas e ordenadas, de modo a evitar a aglomeração de pessoas. As salas deverão estar abertas durante a sua utilização. No caso de, à entrada, se formar uma fila de espera, devo manter e exigir que mantenham a distância de segurança. Para sair da sala devo seguir e obrigar a seguir a ordem indicada pelo docente, mantendo a distância de segurança.

No final de uma aula, devo sair da sala? Não. É obrigatório sair da sala de aula apenas à hora de almoço e no fim do dia de aulas, como previsto no horário.

O que devo fazer depois de sair da sala? Devo lavar ou desinfetar as mãos e seguir os percursos estabelecidos para chegar ao meu destino, mantendo o distanciamento físico recomendado.

É possível estar no campus sem máscara? O uso de máscara é obrigatório durante a permanência no campus, à exceção do momento de alimentação. É muito importante que eu use e que eu contribua para que todos os meus contactos usem corretamente a máscara, durante todo o tempo de permanência no campus.

É aconselhável a instalação da aplicação STAYAWAY COVID?
Sim. A aplicação é gratuita e permite-me, de forma simples e segura, estar informado sobre exposições de risco à doença, através da monitorização dos meus contactos recentes, sem aceder à minha identidade ou dados pessoais.

Eu sou agente de saúde pública! Vamos vencer a COVID-19!





​Descarregue a aplicação STAYAWAY COVID





Mais informações em https://stayawaycovid.pt/

​​Infografias​​​​​


​​Destaques


Preparação do Ano Letivo 2020/2021
Ano Letivo 2020-2021

Orientação da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho de 24 de abril​

19 Recomendações para Adaptar os Locais de Trabalho e Proteger os Trabalhadores

​​Legislação, Despachos, Circulares e Comunicados

A Organização Mundial de Saúde declarou, em 30 de janeiro d​e 2020, a situação de Emergência de Saúde Pública de Âmbito Internacional da COVID-19 e, em 11 de março de 2020, considerou a COVID-19 como uma pandemia.
Na sequência desta declaração, têm vindo a ser aprovadas e publicadas no Diário da República um conjunto de medidas destinadas aos cidadãos, às empresas e às entidades públicas e privadas, relativas à infeção epidemiológica por COVID-19.

O Diário da República Eletrónico disponibiliza este conjunto de medidas por ordem cronológica da sua publicação e por área temática.
Nesta página apresenta-se uma breve síntese de algumas dessas medidas​.

Nesta página apresenta-se uma breve síntese de algumas dessas medidas​.





Mensagem do Reitor à comunidade da UMinho - 25.03.2020

Mensagem do Reitor à comunidade da UMinho - 17.03.2020

Despacho RT-56/2020 de 25 de junho​​​​​​​
Determina orientações relativas ao Planeamento do ano letivo de 2020/2021

Despacho RT-52/2020, de 15 de junho​​​​​​​
Despacho RT-52/2020 de 15 de junho - Reavalia as medidas excecionais e temporárias aprovadas por despacho reitoral em resposta à pandemia da COVID-19.

Circular PRT-PC-01/2020 de 30 de maio​​​​​​​
Regras a adotar para assegurar uma atempada e adequada higienização e ventilação dos espaços em que se realizem atividades letivas, provas de avaliação ou reuniões presenciais

Circular RT-01/2020 de 21 de maio​​​​​​​
Regras a adotar na realização de reuniões, atividades letivas ou provas de avaliação presencial

Despacho RT-45/2020 de 8 de maio​​​​​​​
Orientações e medidas a adotar nas unidades orgânicas, culturais, diferenciadas e de serviços da Universidade do Minho para o levantamento progressivo das medidas de contenção no âmbito da COVID-19
Despacho RT-42/2020 de 3 de maio​​​​​​​
Orientações para o ensino e a avaliação no contexto da COVID-19
Despacho RT-33/2020 de 30 de março​​​​​​​​
Determina o funcionamento excecional das atividades letivas a distância em 2019-2020

Comunicado 01/ 2020​​​​​​​​​​​

Página do Governo com Informação da Resposta de Portugal à Pandemia COVID-19

www.covid19estamoson.gov.pt
Junta numa plataforma única informações relevantes sobre as medidas de prevenção e contenção do novo coronavírus.

Plano de Contingência Interno

No contexto da epidemia causada pelo novo Coronavírus (SARS-CoV-2), cuja doença é designada por COVID-19, foi ativada na Universidade do Minho uma Comissão de Elaboração e Gestão do Plano de Contingência Interno COVID-19 (Despacho RT_21/2020​).Considerando que, no contexto atual e face à evolução da pandemia, se justifica o alargamento da referida Comissão com vista a manter uma vigilância contínua sobre os impactos da COVID-19 na UMinho e reforçar a comunicação com todos os setores da comunidade académica, a Comissão passou a ter a seguinte constituição (Despacho RT_40/2020):​
  • Doutor Paulo Jorge de Sousa Cruz, Pró-Reitor para a Qualidade de Vida nos Campi e Infraestruturas, que preside;
  • Doutor Alexandre Manuel Câmara Carvalho, Professor Convidado Equiparado a Professor Auxiliar da Escola de Medicina da Universidade do Minho;
  • Doutor Pedro Ricardo Luís Morgado, Professor Auxiliar da Escola de Medicina;
  • Doutora Teresa Augusta Ruão Correia Pinto, Professora Associada do Instituto de Ciências Sociais;
  • Doutor Carlos Alberto Silva Menezes, Administrador da Universidade do Minho;
  • Doutor António Maria Vieira Paisana, Administrador dos Serviços de Ação Social da Universidade do Minho;
  • Mauro Miguel Moutinho Pinto Fernandes, Técnico de informática do Serviço de Comunicações;
  • Rui Jorge Machado Oliveira, Presidente da Associação Académica da Universidade do Minho;

Plano em vigor a partir de 20 de julho de 2020

Plano em vigor até 20 de julho de 2020
Enquadramento e Regras Gerais
​​

Orientações e Informações

Todos os elementos da comunidade da Universidade do Minho deverão seguir as recomendações da DGS.​​Quaisquer novas instruções aplicáveis à Administração Pública, em geral, ou às Instituições de Ensino Superior Publico e à Universidade do Minho, em particular, serão imediatamente comunicadas à comunidade académica​.Orientação nº 019/2020 de 03/04/2020 - Utilização de Equipamentos de Proteção Individual por Pessoas Não-Profissionais de Saúde
Orientação nº 010/2020 de 16/03/2020 - Medidas de distanciamento individual; Isolamento; Quarentena.
Orientação DGS - Nova Definição de Caso - Atualizada em 9 de março.​​​​​​Orientação nº 006/2020 de 26/02/2020 - Procedimentos de prevenção, controlo e vigilância em empresas.Informação nº 006/2020 de 28/02/2020 - Recomendações para eventos públicos e eventos de massas.Recomendações para Instituições do Ensino Superior

Investigação, Cooperação e Literatura



Iniciativas e Programas de apoio e financiamento em Portugal:
Research 4 COVID19 (FCT/AICIB)
Gender Research 4 COVID19 (FCT/CIG)
Doctorates 4 COVID19 (FCT)
AI 4 COVID19 (FCT)
Science 4 COVID19 (FCT/AICIB)
INOV 4 COVID19 (ANI)

Iniciativas e Programas de apoio e financiamento Internacionais:
FIND - Foundation for Innovative New Diagnostics
COVID-19 Therapeutic Partnership
CEPI - Coalition for Epidemic Preparedness Innovation’s
GAVI - Vaccine Alliance

Literatura Covid-19 – S​eleção da Escola de Medicina​​
Recursos em acesso aberto – Síntese dos serviços de documentação
Elsevier’s free health and medical research on novel coronavirus (COVID-19)COVID Action Platform of the World Economic Forum (WEF)​​​​​
Casa de Sarmento em Guimarães lança livro sobre a Gripe Espanhola
Publicação está disponível on-line e estabelece um paralelo com a atual situação epidemiológica [+ info​].
Publicação pode ser consultada no RepositoriUM:

Materiais de Divulgação​​




Conjunto de infografias produzido pela Almadesign. As recomendações integram as normas DGS:
Cuidados na casa de banhoCuidados ao sair de casaSintomas e o que fazerEspaços de refeiçãoComo colocar e retirar a máscaraRegresso ao escritórioQuando vai às compras





Vídeo da Organização Mundial da Saúde que explica como surgiu o vírus, como se propaga e quais as medidas de proteção

COVID-19 Video de apresentação de medidas gerais de proteção para o cidadão

Recomendação de medidas de proteção individual e coletiva na prevenção da infeção com COVID-19

Manual Saúde e Atividades Diárias – Vol 3 (NOVO):

Materiais DGS sobre Isolamento:
Alimentação - Manual de orientações sobre cuidados com alimentação
Atividade Física​ - Recomendações para manter-se ativo enquanto permanece no seu domicílio

Programa Nacional da Saúde Ocupacional (DGS):
Saúde e Trabalho - Medidas de prevenção da COVID-19 nas empresas
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​Entrevistas e Artigos de Opinião​

Pedro Madeira Froufe, Observador (2020.05.17)Rafaela Rosário, The Journal of School Nursing (2020.05.14)Teresa Coelho Moreira, Observatório Almedina (2020.05.05)Alessandra Silveira, Pedro Froufe, Joana Abreu, Carlos Amorim, Joaquim Rocha, Teresa Moreira... (março, abril e maio)
Sara Calado, ECO (2020.04.29)
Iolanda Ribeiro, Açoriano Oriental (2020.04.22)
Comunicações apresentadas no workshop organizado pelo Gabinete de Crise e da Transição Económica da Câmara de Guimarães
António Pedro Souto, Maria José Abreu e Raul Fangueiro (2020.04.16)
Rui Abrunhosa Gonçalves, Público (2020.04.03)Patrícia Sousa, Correio do Minho (2020.03.30)Tiago Barquinha, RUM (2020.03.26)Pedro Froufe, Porto Canal (2020.03.20)Carlos Abreu Amorim, RUM (2020.03.19)Pedro Morgado e Tiago Ramalho, Expresso (2020.03.13)Alexandre Carvalho, Correio do Minho (2020.03.12)Mário Monte, RTP3, 3 às 11(2020.03.10) – a partir do 05:00 min

Contactos Telefónicos Úteis​

808 24 24 24 Linha SNS 24 para esclarecimentos de diagnóstico médico.
De acordo com as orientações da DGS, deverá contactar a Linha Saúde 24 pelo número 808 24 24 24 no caso de aparecimento de sintomas que configurem um caso suspeito:​
  • Doente com infeção respiratória aguda (início súbito de febre ou tosse ou dificuldade respiratória), sem outra etiologia que explique o quadro + História de viagem ou residência em áreas com transmissão comunitária ativa​​, nos 14 dias antes do início de sintomas; OU
  • Doente com infeção respiratória aguda + Contacto com caso confirmado ou provável de infeção por SARS-CoV-2 ou COVID-19, nos 14 dias antes do início dos sintomas; OU
  • Doente com infeção respiratória aguda grave, requerendo hospitalização, sem outra etiologia.​​

300 502 502 Linha Segurança Social para esclarecimentos sobre assistência a familiares, baixas e quarentena. 217 929 755 Linha do Ministério dos Negócios Estrangeiros de emergência aos portugueses em viagem.

Contactos Digita​is Úteis

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Com o objetivo de responder a dúvidas e aliviar a linha de atendimento do SNS24 – mas sem a substituir – a Escola de Medicina da Universidade do Minho, a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, a Automaise e a HLTSYS juntaram-se para criar um Assistente Digital, baseado num sistema de inteligência artificial, que permite esclarecer dúvidas e fazer uma primeira triagem ao novo coronavírus.

Esta ferramenta baseia-se nos algoritmos disponibilizados pela Direção-Geral da Saúde e tem como objetivo ajudar os cidadãos a perceber qual é a atitude a adotar.

Clicando no botão circular, no canto inferior direito, terá acesso a um chat que o ajudará a avaliar os sintomas e o risco de contágio.

Escola de Medicina da UMinho oferece plataforma de serviços clínicos digitais
Equipa de resposta integra grupo multidisciplinar de profissionais e conta com a colaboração de mais de 150 estudantes do curso de Medicina. [+ info]

Assistente Digital COVID-19
Com o objetivo de responder a dúvidas e aliviar a linha de atendimento do SNS24 – mas sem a substituir – a Escola de Medicina da Universidade do Minho, a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, a Automaise e a HLTSYS juntaram-se para criar um Assistente Digital, baseado num sistema de inteligência artificial, que permite esclarecer dúvidas e fazer uma primeira triagem ao novo coronavírus.

Esta ferramenta baseia-se nos algoritmos disponibilizados pela Direção-Geral da Saúde e tem como objetivo ajudar os cidadãos a perceber qual é a atitude a adotar.

Acedendo à página do Centro de Medicina Digital P5​ e clicando no botão circular azul, no canto inferior direito, terá acesso a um chat que o ajudará a avaliar os sintomas e o risco de contágio.

covid19.min-saude.pt
Plataforma da DGS para esclarecimentos sobre a COVID-19.
atendimento@SNS24.gov.pt
Canal SNS 24 para esclarecimentos de dúvidas. Não utilizar para diagnóstico médico.
covid19@mne.pt
Canal do Ministério dos Negócios Estrangeiros de emergência aos portugueses em viagem.​​​​

Seminário Brown Bag com Luís Sá (NIPE)

De quarta-feira, 21.10.2020 até quarta-feira, 21.10.2020
Online
Switching costs and persistent patient preferences generate demand inertia and link current and future choices of hospital. Using a model of hospital competition with demand inertia, we investigate the effect of patient expectations (whether and how patients anticipate the future) on quality provision. We consider three types of expectations. Myopic patients choose a hospital based on current variables alone, forward-looking but na ̈ıve patients take the future into account but assume that quality remains constant, and forward-looking and rational patients foresee the evolution of quality. We rank quality provision and show that it is higher under na ̈ıve than myopic expectations, while quality under rational expectations may be highest or lowest. This result also holds for patients’ health gains, suggesting that rationality does not always benefit patients. We also show that only under rational expectations may quality be lower than in a market without inertia and switching cost reductions beneficial.