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"Exposição Fotográfica e Bélica sobre a I Grande Guerra" na Casa Museu de Monção

De sábado, 11.08.2018 até sábado, 25.08.2018
Monção
"Exposição Fotográfica e Bélica sobre a I Grande Guerra" de 11 a 25 de agosto, na Casa Museu de Monção (CMM), uma unidade cultural da UMinho naquela vila altominhota. Abertura da mostra com uma palestra sobre a participação dos soldados portugueses, sobretudo os 186 monçanenses, naquela guerra. Iniciativa promovida pelo Núcleo de Monção da Liga dos Combatentes e inserida nas celebrações do centenário do fim da I Guerra Mundial, tendo a colaboração do Museu Militar do Porto, da Direção da História e Cultura Militar, de Manuel Penteado Neiva, do Município de Monção e da CMM. Entrada livre de terça a sexta-feira, das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00, e ao sábado, das 14h00 às 18h00, e ao domingo (dia 12 e 19 de agosto), das 14h00 às 18h00.

O espólio incluiu um acervo usado por soldados portugueses que integraram o Corpo Expedicionário Português, em concreto a “Brigada do Minho”, com objetos originais como capacetes e invólucros de armas designados como a “arte das trincheiras”, espadas, revolveres, máscara antigás, o telefone usado nas trincheiras, mapas, objetos do quotidiano como o cantil, o prato de marmita, o garfo e a colher, moedas e notas da época, condecorações, bibliografia essencial da Grande Guerra, entre outras. Nos jardins da Casa Museu de Monção foi montada uma réplica de uma trincheira e um abrigo (ninho) de metralhadoras, sendo possível observar o armamento usado neste conflito, como espingardas e metralhadoras. Além deste espólio, familiares de monçanenses que participaram neste conflito cederam o seu espólio e cadernetas militares, também patentes ao público.

PROGRAMA

11 de agosto (sábado)
15h00 | Abertura da exposição "A participação dos soldados monçanenses na 1ª Grande Guerra (1914-1918)", com visita guiada por Manuel Penteado Neiva
16h00 | Conferência "Perfis do Corpo Expedicionário Português. O caso dos militares do Alto Minho, participantes na 1ª Grande Guerra", por Henrique Rodrigues

25 de agosto (sábado)
16h00 | Conferência "O Exército Português e a Grande Guerra", pelo tenente-general Alexandre Sousa Pinto
18h00 | Encerramento da exposição

+Info:
www.casamuseumoncao.uminho.pt, facebook.com/events/2104879456391849, facebook.com/casamuseudemoncaouminho

Exposição "Percursos artísticos do pintor", de Puskas, na Casa Museu de Monção

De quarta-feira, 1.08.2018 até sexta-feira, 31.08.2018
Casa Museu de Monção
Mostra "Percursos artísticos do pintor", do artista Puskas, de 1 a 31 de agosto na sala de exposições temporárias da Casa Museu de Monção, uma unidade cultural da UMinho naquela vila altominhota. Entrada livre de terça a sexta-feira, das 9h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00, e ao sábado, das 14h00 às 18h00, encerrando ao domingo e segunda feira.

Sinopse

José de Barros ("Puskas") nasceu em 1954, em Monção. Autodidata convicto, sem ter frequentado escolas de arte oficiais, públicas ou privadas, fez uma aprendizagem gradual através de trabalho de pesquisa e de forma natural e intuitiva para aplicar regras de ouro nesta modalidade. Os seus temas preferidos fixam-se em panoramas diurnos, prefigurados nos mistérios das sombras iluminadas, nos espaços urbanos e rurais, onde emprega uma linguagem plástica plena de referências humanas. Retrata com frequência cenas históricas e lendas, realiza obras de caráter abstracionista com mestria, mistura com destreza as várias correntes artísticas nas suas criações, dotando-as de um cunho muito pessoal de rara singularidade.

Exposição "Outras Viagens Imaginadas", de Lauren Maganete

De quinta-feira, 22.03.2018 até sábado, 22.09.2018
Escola de Economia e Gestão, campus de Gualtar, Braga
Exposição fotográfica "Outras Viagens Imaginadas", de Lauren Maganete, de 22 de março a 22 de setembro, na sala lounge da Escola de Economia e Gestão da UMinho, em Braga. Iniciativa de entrada livre, promovida pela UMinhoExec e pela Shairart.

Lauren Maganete nasceu em Bragança em 1970, tem trabalhos publicados em diversas revistas e jornais, nacionais e internacionais e participa regularmente em exposições individuais e coletivas, tendo já passado por Madrid, Lisboa, Porto, Gaia, Coimbra e Águeda.

+Info: shairart.com/cultural-agenda?eventDetailsId=103
facebook.com/uminhoexec/photos/a.363844323773340.1073741828.358604634297309/982298638594569

Exposição “Manuel José de Oliveira, bibliófilo e colecionador”

De quarta-feira, 25.07.2018 até sexta-feira, 28.09.2018
Até 28 de setembro. Arquivo Distrital de Braga
Exposição “Manuel José de Oliveira, bibliófilo e colecionador” inaugurada a 25 de julho, pelas 17h00, no Arquivo Distrital de Braga (ADB), sito na rua do Abade da Loureira, no centro de Braga, assinalando o centenário da morte daquele médico, político, colecionador e bibliófilo. Mostra bibliográfica e documental com entrada livre até 28 de setembro, todos os dias úteis, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30. Organização do ADB e da Biblioteca Pública de Braga (BPB), duas unidades culturais da UMinho, com a parceria da Biblioteca Municipal e do Município de Ponte de Lima.

Detentores desde 1929 da valiosa livraria de Manuel José de Oliveira e dos manuscritos que recolheu, o ADB e a BPB decidiram expor uma mostra relevante daquele acervo documental, sobressaindo a livraria do Conde da Barca e o arquivo da Família Araújo de Azevedo. Um conjunto de painéis produzidos pela Biblioteca Municipal de Ponte de Lima para a exposição “Manuel José de Oliveira: limianista e republicano”, que esteve patente naquele Município, perimtiu dar um enquadramento histórico-cultural da época em que se movimentou e o essencial do percurso do clínico vilaverdense, que também exerceu os cargos de deputado, senador e Governador Civil do Porto.

+Info: www.adb.uminho.pt, www.bpb.uminho.pt, www.cm-pontedelima.pt/frontoffice/pages/941?news_id=5077

Exposição "José Leite de Vasconcelos (1858-1941)" na Biblioteca Pública de Braga

De segunda-feira, 30.07.2018 até sexta-feira, 28.09.2018
Até 28 de setembro. Biblioteca Pública de Braga
Exposição bibliográfica e documental sobre José Leite de Vasconcelos (1858-1941) de 30 de julho a 28 de setembro, no átrio da Biblioteca Pública de Braga (BPB), uma unidade cultural da UMinho no centro da cidade. Iniciativa da BPB, no âmbito do ciclo "Efemérides", assinalando os 160 anos do nascimento daquele vulto da cultura portuguesa dos finais do século XIX e inícios do século XX. Entrada livre todos os dias úteis, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30, salvo na pausa de 13 a 24 de agosto.

Médico de formação e melhor aluno do seu curso, José Leite de Vasconcelos foi uma figura multifacetada que marcou profundamente os diferentes aspetos da vida cultural, literária, museológica, arqueológica e etnográfica do país. Com uma imensa obra escrita, foi um grande investigador, um erudito, com uma cultura verdadeiramente enciclopédica, mas simultaneamente um divulgador, preocupado em partilhar com o grande público e de forma simples o resultado das suas pesquisas e descobertas.

Contextualização

A enumeração dos domínios culturais e científicos que cultivou é digna de admiração: foi linguista, obtendo o doutoramento na Universidade de Paris com um estudo sobre dialetologia portuguesa (1901); foi investigador da língua mirandesa e do dialeto barranquenho; foi antropólogo, com estudo de milhares de verbetes e anotações sobre os falares portugueses; foi numismata; foi etnólogo e arqueólogo, respeitadíssimo; e deixou o seu nome ligado à Faculdade de Letras de Lisboa, onde formou uma escola, ao Museu Nacional de Arqueologia (que leva o seu nome) e à Biblioteca Nacional.

Lançou e manteve revistas ainda hoje fundamentais - O Archeólogo Português, Revista Lusitana, Boletim de Etnografia; deu à estampa obras da maior ambição conceptual e de esmagadora erudição -, entre outras, Estudos de Filologia Mirandesa, Lições de Philologia Portuguesa, Antroponímia Portuguesa, Etnografia Portuguesa, Opúsculos e principalmente as Religiões da Lusitânia, sua obra mestre; realizou coletâneas – por exemplo; Textos Archaicos, Romanceiro Português, Contos Populares e Lendas; escreveu relatos das suas deambulações etnográficas e arqueológicas - por exemplo, De Campolide a Merose, Mês de Sonho ou De Terra em Terra; redigiu ensaios e não evitou a polémica - ficaram célebres as contendas que teve com Cândido de Figueiredo; e publicou centenas, senão milhares de artigos e notas em revistas nacionais e estrangeiras.

Nesta exposição, destacou-se ainda um pequeno núcleo com textos do autor relativos à a Arqueologia do Minho. São, entre outros, artigos sobre estações ou peças arqueológicas, registos de objetos oferecidos ao Museu, recensões criticas e obituários. Além de uma rede de colaboradores com os quais mantinha relações de ordem cientifica e de amizade e que contribuíram com textos sobre os novos sítios ou descobertas que publicaram no Archeólogo Português, o seu conhecimento direto do território minhoto e do património arqueológico da região é bem visível nas várias publicações que fez no Archeólogo Português e noutras publicações de que era responsável. Destacou-se aqui pelo seu importante significado simbólico para Braga os estudos aprofundados sobre o santuário da Fonte do Ídolo, as iniciativas em torno da defesa, conservação e restauro do Castelo de Braga, assim como da criação de um Museu de Arqueologia em Braga ou a relevante correspondência trocada com o vimaranense Francisco Martins Sarmento.

Bibliografia
- Martins, Guilherme d´Oliveira – A memória de José Leite de Vasconcelos. In “José Leite de Vasconcelos (1858-1941) Peregrino do Saber” - coord. António Carvalho Luís Raposo, Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia: Imprensa Nacional, 2015. p. 30.
- Luis Raposo – Homenagem a José Leite de Vasconcelos. In “José Leite de Vasconcelos : fotobiografia” - dir. Luís Raposo . - Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia : Verbo, 2008 . p. 10
3.
- Lemos, Francisco Sande e Nunes, Henrique Barreto - “Leite de Vasconcelos e a Arqueologia do Minho”. In “o Arqueólogo Português”, Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia, 2008, série IV, vol. 26, 2008, p. 253-280.


+Info:
www.bpb.uminho.pt