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Exposição de pintura "Agar", de Ana Manso

De sexta-feira, 15.03.2019 até domingo, 28.04.2019
Nova Galeria do Largo do Paço, Braga
A exposição de pintura “Agar”, de Ana Manso, vai ser inaugurada esta sexta-feira, dia 15, às 18h00, na nova Galeria do Largo do Paço, em Braga. A sessão conta com a presença da artista e da Vice-Reitora para a Cultura e Sociedade, Professora Manuela Martins. A mostra ficará patente até dia 28 de abril, com entrada livre de segunda-feira a sábado, no período das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

Ana Manso nasceu em 1984 e vive em Lisboa. Expõe regularmente desde 2007. As suas pinturas são feitas a partir de processos de acumulação de camadas e de justaposições, que tanto revelam ou escondem partes do seu processo, e sugerem uma leitura revista das disciplinas artísticas, através de elementos esculturais ou cinemáticos. Os seus trabalhos recentes trazem uma palete de cores mais escura e linguagem de abstração mais complexa. A sua tendência de repetir um corpo de padrões e símbolos desafia fronteiras e a compreensão do público.

IV Magna Augusta

De sexta-feira, 22.03.2019 até sábado, 23.03.2019
Braga
Quarta edição do festival de tunas Magna Augusta a 22 de março, com as serenatas às 21h00 no shopping Braga Parque, e a 23 de março, com pasa calles matinal no centro da cidade, convívio de tarde no Rick Universal e espetáculo principal às 21h00 no grande auditório do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, com apresentação a cargo dos Jogralhos - Grupo de Jograis da UMinho. Iniciativa da Augustuna - Tuna Académica da UMinho, prevendo-se ainda uma ação de recolha de alimentos, como em 2018, para doar ao projeto Refood Braga.

Tunas a concurso
- TDUP - Tuna do Distrito Universitário do Porto
- Venusmonti - Tuna Académica da Faculdade de Direito de Lisboa
- Imperial TAFFUC - Tuna Académica da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra

Participantes extra-concurso
- Augustuna - Tuna Académica da UMinho
- Grupo de Fados e Serenatas da UMinho
- Tun'obebes - Tuna Feminina de Engenharia da UMinho

+Info: facebook.com/events/1518662828270585, facebook.com/Augustuna96

Recital "Uns poetas cantados", pelo Sindicato da Poesia

quinta-feira, 21.03.2019
Edif. Congregados, Av. Central, Braga
Recital de poesia e piano "Uns poetas cantados", pelo Sindicato da Poesia, a 21 de março, às 22h00, no edifício dos Congregados da UMinho, no centro de Braga. Seleção de poemas por Raquel Mendes e interpretação a cargo de Gaspar Machado, Hugo Peres (piano), Joana Vilaverde e Raquel Mendes (soprano). Previstas ainda, no mesmo dia, atuações do Sindicato da Poesia no salão medieval da UMinho (18h00), na Livraria Centésima Página (19h00) e no café A Brasileira (21h00), sempre no centro da cidade.

+Info: facebook.com/SindicatoDePoesia, facebook.com/events/252552685697072

Arquivo Distrital e Biblioteca Pública de Braga homenageiam poeta João Penha

quinta-feira, 21.03.2019
Braga
O Arquivo Distrital de Braga (ADB) e a Biblioteca Pública de Braga (BPB) estão a assinalar os 100 anos da morte do poeta e advogado João Penha com exposições, uma conferência e um recital. Aquele bracarense introduziu no país a corrente literária do parnasianismo, dirigiu as publicações “A Folha” e “República das Letras” e foi parte ativa da Geração de 70, a par de figuras como Eça de Queirós e Antero de Quental.

João Penha tem o seu espólio documental à guarda da ADB e BPB, ambas unidades culturais da UMinho. No átrio da BPB pode desvendar-se até 22 de março as publicações do autor, incluindo de caráter jurídico, ensaios, prefácios, artigos em periódicos, edições sobre a sua obra, cartas e conteúdos sobre o movimento académico-cultural da Geração de 70 ou de Coimbra. Dá-se ainda relevo a periódicos que dirigiu e à “A Chronica” a si dedicada em 1902, que teve 50 colaboradores.


A curta distância, na sala de exposições do ADB, há para ver manuscritos literários, colaborações na imprensa e correspondência deste vulto da cultura portuguesa, nomeadamente missivas com Camilo Castelo Branco e Bernardino Machado, a carta de membro aceite na Academia Real das Ciências, o seu assento de nascimento e óbito ou os livros póstumos “Últimas rimas” e “O canto do Cisne”. A entrada nas exposições é livre nos dias úteis, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.


Recital do Sindicato de Poesia a 21 de março

Entretanto, o ADB recebe a 15 de fevereiro, às 18h00, a conferência “‘Em pé, erguido n’um marmóreo sócco: evocação de João Penha no centenário da sua morte”, por Elsa Pereira, do Centro de Linguística da Universidade de Lisboa. A oradora fez o doutoramento no Porto com uma tese sobre a obra de João Penha, já publicada, e tem em mãos a edição crítico-genética da poesia de Pedro Homem de Mello, entre outros trabalhos sobre cultura e literatura portuguesa. O programa prevê ainda um recital com poemas penhianos,
selecionados por Henrique Barreto Nunes e interpretados pelo Sindicato de Poesia (Ana Cristina Oliveira, António Durães, Daniel Pereira, Dinarte Branco, Maria do Céu Costa, Sebastião Maia), no dia 21 de março, às 18h00, no salão nobre do Largo do Paço, em Braga.

Sobre João Penha


João Penha Oliveira Fortuna (1839-1919) cursou Teologia e formou-se em Direito na Universidade de Coimbra, cidade onde se fez poeta e dirigiu “A Folha”, tendo Guerra Junqueiro entre os colaboradores. Voltou depois a Braga para exercer advocacia e magistratura. O seu nome é evocado num busto e num largo em Braga e numa rua da Póvoa de Varzim, local onde passava férias. Publicou cinco livros de poesia e prosa. O seu mérito literário foi secundado devido a outros nomes cimeiros da Geração de 70 e de Orpheu, na visão das autoras Amália Ortiz da Fonseca e Estela Guedes. Para Camilo Castelo Branco, Penha deu “ao soneto um cachet nacional, que ele nunca tivera desde a languidez petrarquista de Camões até ao rufo de zabumba e caixa dos sonetos bocagianos”.

+Info: www.adb.uminho.pt, www.bpb.uminho.pt,
Recital de poesia e piano "Uns poetas cantados", pelo Sindicato da Poesia, a 21 de março, às 22h00, no edifício dos Congregados da UMinho, no centro de Braga. Seleção de poemas por Raquel Mendes e interpretação a cargo de Gaspar Machado, Hugo Peres (piano), Joana Vilaverde e Raquel Mendes (soprano).

+Info: facebook.com/SindicatoDePoesia, facebook.com/events/598506130576854

Exposições "Mezclum" e "Momentos", de Júlia Barreiro e Ramón Crespo, na Casa Museu de Monção

De terça-feira, 19.02.2019 até sexta-feira, 29.03.2019
Até 29 de março. Casa Museu de Monção
Mostras de pintura em aguarela "Mezclum", de Júlia Barreiro, e de escultura "Momentos", do também espanhol Ramón Crespo, de 19 de fevereiro a 29 de março, na sala de exposições temporárias da Casa Museu de Monção, uma unidade cultural da UMinho naquela vila altominhota. Entrada livre de terça a sexta-feira, das 9h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00, e ao sábado, das 14h00 às 18h00.

Em "Mezclum", como o nome sugere, há duas fases mistas da pintura do autor. Uma mais figurativa, onde capta o prazer de observar coisas, tecidos, bolas de lã, abóboras, com outra mais feminina e expressiva, onde o protagonismo é reservado para as mulheres. São aguarelas que expressam sentimentos, com uma técnica característica de toda a pintura da autora. "Momentos" é um conjunto de peças de cerâmica, escultura em madeira, técnica Raku, onde a oliveira e o carvalho são os mais importantes. Supõem momentos de criação, nos quais modelos espontâneos e tamanhos não estabelecidos surgem livremente.