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UMinho lança cursos de Ciência de Dados e Engenharia Aeroespacial e tem mais vagas no concurso nacional de acesso

Fotos
Ciência de Dados
Engenharia Aeroespacial
Aqui és cor!
Foto: Nuno Gonçalves
Foto: Nuno Gonçalves
25/07/2022 - 08/08/2022
Braga & Guimarães
Foto: Nuno Gonçalves
Primeira fase decorre de 25 de julho a 8 de agosto. Ano letivo arranca a 19 de setembro
A Universidade do Minho disponibiliza 2988 vagas no concurso nacional de acesso ao ensino superior em 2022/23, mais 60 face ao ano transato. Entre os 59 cursos estreiam-se Engenharia Aeroespacial e Ciência de Dados, com 30 vagas cada, inseridos na Aliança de Pós-Graduação da UMinho, um projeto PRR - Impulso Adultos e Jovens STEAM, financiado pela UE. No global, os cursos com mais vagas ao dispor são Engenharia Informática (170), Engenharia e Gestão de Sistemas de Informação (140), Medicina (120) e Direito (110), havendo outros perto da centena.

Tal como em 2021/22, os mestrados integrados nas áreas de Engenharia e de Psicologia (cinco anos) foram reconvertidos para licenciatura (três anos) e mestrado (dois anos). As licenciaturas em Direito e em Educação mantêm-se em horário laboral e pós-laboral, enquanto o acesso à licenciatura em Música continua por concurso local. Há mais detalhes em sou.uminho.pt ou através dos Serviços de Gestão Académica, preferencialmente pelo email acesso@usga.uminho.pt ou, em alternativa, pelo telefone 253 604 593. A propina é de 697 euros para o estudante nacional.


A primeira fase do concurso nacional de acesso decorre de 25 de julho a 8 de agosto, em www.dges.gov.pt. Cada aluno(a) indica até seis pares curso/estabelecimento, por ordem de preferência. Os resultados serão publicados a 11 de setembro, seguindo-se as matrículas, que decorrerão online. As atividades letivas na UMinho arrancam a 19 de setembro. A segunda fase de candidaturas é de 12 a 23 de setembro e a terceira fase de 7 a 11 de outubro.


Além do regime geral, usado por quem acaba o ensino secundário e faz exames nacionais, pode aceder-se ao ensino superior pelo Concurso Especial para Estudantes Internacionais e por outros Concursos Especiais, que incluem os concursos para detentores de diplomas de especialização tecnológica, de técnico superior profissional ou de outros cursos superiores, bem como através do Concurso de Acesso para Maiores de 23 Anos.

Uma vez colocado, é possível mudar de instituição e/ou curso através do regime de Mudança de Par Instituição/Curso. Há informação adicional em alunos.uminho.pt. Neste portal encontram-se também, entre outros aspetos, detalhes sobre candidaturas a mestrados e doutoramentos, sendo alguns deles oferecidos em associação com universidades portuguesas ou estrangeiras.

Sobre os novos cursos

O novo curso de Ciência de Dados promove conhecimentos sólidos em matemática e informática, associando a compreensão profunda de métodos de tratamento de dados e de arquiteturas e algoritmos de aprendizagem. A abordagem ética garante uma utilização apropriada, justa, sustentável e responsável dos dados, numa formação diferenciadora que alia as áreas de informática, tecnologias e sistemas de informação, estatística, matemática, economia, gestão, ciência social e direito.

Saliente-se que a UMinho tem tido um papel pioneiro na ciência de dados, destacando-se, a nível nacional, ao lançar um curso com um ramo de Informática (1977), ao criar o primeiro email (1985), ao desenvolver a primeira ligação à Internet e a Home Page de Portugal (1991), ao criar a comunidade online mais duradoura (Moosaico, 1994), ao promover a I Conferência WWW (1995), ao lançar a primeira LAN Party (2001), ao criar o Quanta Lab (com o INL, 2016), ao promover a adesão à rede mundial em tecnologias quânticas (IBM Q Network), ao estabelecer o centro de supercomputação MACC (2017, com a FCT e a UT Austin) e o maior laboratório associado do país e único em inteligência artificial (LASI, 2021). O cartão de cidadão eletrónico, o apoio à lei sobre certificação digital e às eleições ao Parlamento Europeu, bem como a aplicação StayAway Covid estão entre os projetos de investigação desenvolvidos.

Já o curso de Engenharia Aeroespacial explora duas vertentes de ensino-aprendizagem: a primeira inclui as aplicações do campo na aviação geral e comercial, os novos conceitos e aeronaves não tripuladas (drones) ou as tecnologias de propulsão e gestão de energia; a segunda foca-se em novos usos aplicados ao espaço (NewSpace), exploração de dados em Terra e sistemas espaciais.

Há ainda um mestrado que é lecionado em inglês e permite estabelecer o intercâmbio com instituições de todo o mundo.
Esta aposta representa o culminar de anos de trabalho de grupos de especialistas ligados a centros de investigação e a instituições de interface da UMinho Projetos para a conceção de uma cápsula espacial, o desenho de um fato de astronauta para Marte, a exploração de novos materiais artificiais ou a produção de eletricidade a partir de urina e até de bio-hidrogénio, são alguns exemplos desse trabalho de pesquisa. Também a spin-off Stratosphere desenvolve tecnologia e tem como clientes a Agência Espacial Europeia (ESA), a Boeing ou a Airbus. A UMinho é ainda sede do Programa MIT-Portugal, com vários projetos sobre o espaço, e colabora, nestas matérias, com o CEiiA (Portugal), o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (Brasil) ou as universidades de Massachusetts - Lowell (EUA) e Vigo (Espanha).
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